 Com esta apresentação, Portugal tornou-se o 12º país onde o serviço está presente, depois de na Europa já ter chegado a França, Espanha ou Itália.
Apresentado em Lisboa, o serviço passa a mostrar as ruas de Lisboa e Porto com uma vista de 360 graus a partir de imagens captadas pelos automóveis da Google, tarefa que arrancou no início de Março.
Para tal, o utilizador apenas tem de visitar o site do Google Maps e nas cidades disponíveis, escolher o ícone com um boneco amarelo no lado esquerdo do ecrã e arrastá-lo para o local ou rua onde pretende ir.
Apesar das previsões iniciais apenas apontarem para a chegada do serviço português para o final do ano, com imagens de Lisboa, Porto e Braga, a Google decidiu adiantar as duas primeiras por considerar que estavam já bastante adiantadas face à cidade minhota, cuja chegada ao Street View ainda não tem data especifica, revelou Inês Gonçalves, responsável de Marketing da Google, durante a apresentação.
Portugal é o 12º país onde o serviço está presente
Quanto a outras cidades, como Aveiro por exemplo, são localidades que serão acrescentadas «gradualmente consoante a resposta dos utilizadores», afirmou a responsável.
Uma das novidades do serviço é uma parceria com a Mais Turismo, que criou uma funcionalidade que permite ao utilizador visitar monumentos e atracções turísticas das cidades e até fazer reservas de hotéis.
Daí Inês Gonçalves ter defendido que o Streev View poderá ter «implicações muito importantes a nível do negócio» de alguns sectores, dos quais destacou não só o turístico, mas também o imobiliário, entre outros.
Em relação a um dos pontos mais polémicos do serviço, a privacidade, a responsável considerou que esta questão é uma das mais importantes para a empresa e o serviço apenas avançou depois de uma série de reuniões com a Comissão Nacional de Protecção de Dados.
Mesmo assim, não deixou de focar algumas das soluções implementadas pela Google para resolver este problema, desde o facto de apenas serem captadas imagens em ruas públicas a um link em cada imagem onde o utilizador pode pedir para ser retirada caso se justifique, passando pela desfocagem das caras das pessoas e das matriculas dos automóveis que são apanhadas.
Inês Gonçalves afirmou ainda que o número de queixas que o serviço recebeu a nível internacional é «ridiculamente baixo» face ao que era expectável.
Fonte: Sol
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